Uma investigação da Delegacia Regional de Capela terminou na prisão de três pessoas acusadas de exercer ilegalmente a medicina. De acordo com o delegado Rodrigo Nunes, os presos, Mônica Virgínia Cruz Meneses, de 37 anos, Marcos Gomes Souza, de 42 anos, e José Erivaldo de Oliveira, de 50 anos, atendiam a população do município na sede do Sindicato dos Trabalhadores Rurais.
O delegado destaca que a prisão foi feita em flagrante quando a mulher atendia a um paciente. “Mônica não tem formação médica, o que caracteriza, em tese, crime do exercício ilegal da medicina”, afirmou o delegado, ressaltando que Mônica prometia curas milagrosas. “Ela prometia cura a doenças como AIDS, diabetes e outras, apenas ministrando as substâncias não químicas, nominadas pela flagranteada de ‘nosódios’”, diz o delegado.
Apreensão
A polícia também apreendeu vários frascos e sacos de suplementos, além de duas carteiras funcionais da acusada, em que constam a palavra 'homeopata'. “Cite-se que Mônica atendia gratuitamente, mas ela mesma receitava, oferecia e vendia os produtos aos seus pacientes, o que é ética, profissional e tecnicamente reprovável para o CRM (Conselho Regional de Medicina)”, acrescentou Rodrigo Nunes.
Marcos e José Erivaldo foram autuados da mesma maneira, já que todos estavam atuando conjuntamente com Mônica, de quem eram ajudantes. Os três foram autuados em flagrante, pagaram fiança de R$ 1.530 e foram liberados.
Por Kátia Susanna - infonet com informações da SSP
O delegado destaca que a prisão foi feita em flagrante quando a mulher atendia a um paciente. “Mônica não tem formação médica, o que caracteriza, em tese, crime do exercício ilegal da medicina”, afirmou o delegado, ressaltando que Mônica prometia curas milagrosas. “Ela prometia cura a doenças como AIDS, diabetes e outras, apenas ministrando as substâncias não químicas, nominadas pela flagranteada de ‘nosódios’”, diz o delegado.
Apreensão
A polícia também apreendeu vários frascos e sacos de suplementos, além de duas carteiras funcionais da acusada, em que constam a palavra 'homeopata'. “Cite-se que Mônica atendia gratuitamente, mas ela mesma receitava, oferecia e vendia os produtos aos seus pacientes, o que é ética, profissional e tecnicamente reprovável para o CRM (Conselho Regional de Medicina)”, acrescentou Rodrigo Nunes.
Marcos e José Erivaldo foram autuados da mesma maneira, já que todos estavam atuando conjuntamente com Mônica, de quem eram ajudantes. Os três foram autuados em flagrante, pagaram fiança de R$ 1.530 e foram liberados.
Por Kátia Susanna - infonet com informações da SSP






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